Ele chegava ao treino sorrindo, rindo e trocando piadas leves com seus companheiros de equipe: o tipo de presença alegre que todos já estavam acostumados a ver em campo.
Ele sempre fora o tipo de jogador que levava energia consigo aonde quer que fosse, e naquela tarde não foi diferente.
Seu entusiasmo se refletia em tudo o que fazia: na maneira como se alongava, como corria pelo campo e como falava sobre a próxima temporada com uma confiança contagiante.
Ele falou com entusiasmo sobre os novos objetivos que queria alcançar, as novas jogadas que esperava dominar e a empolgação de se esforçar para melhorar ao lado de companheiros de equipe que eram como irmãos para ele.
Para os treinadores que o observavam, parecia o início de mais um ano promissor, repleto de potencial, crescimento e a alegria de ver um jovem atleta perseguir seus sonhos.

Para todos ao redor, parecia apenas mais um treino. O sol estava quente, o campo animado e a atmosfera transmitia o ritmo familiar de rotinas compartilhadas.
Corridas de aquecimento, exercícios de passe, competição amigável e risadas entre os companheiros de equipe enquanto aguardavam sua vez. Nada, à primeira vista, prenunciava a tragédia que logo se desenrolaria.
Mas em poucos minutos tudo mudou.
Após mencionar discretamente uma dor estranha e persistente, o jovem de 14 anos foi gentilmente acompanhado para fora do campo por dois treinadores que, a princípio, pensaram que ele simplesmente precisava de uma pequena pausa.
Ofereceram-lhe água, incentivaram-no a sentar-se e mantiveram-no sob vigilância constante. A princípio, pareceu suportável, mas depois o desconforto começou a intensificar-se muito mais rapidamente do que o esperado.
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